O direito à voz é constitucional, mas a cultura do medo ainda impera nas repartições públicas.
Muitos servidores têm medo de expressar opiniões ou denunciar injustiças por receio de perseguição, transferência ou isolamento.
Essa autocensura enfraquece o coletivo e impede avanços.
O direito de expressão é parte da democracia — e o sindicato existe justamente para garantir que o trabalhador fale, questione e lute sem medo.
Servidores informados e organizados são a base de um serviço público forte, transparente e realmente a serviço da sociedade.







