A defasagem salarial corrói o poder de compra e destrói a dignidade do funcionalismo.
Ano após ano, os servidores municipais veem seus salários congelados enquanto a inflação sobe. A conta é simples: o trabalhador perde poder de compra, mas continua sustentando o mesmo serviço público.
O reajuste, quando vem, é simbólico e insuficiente. O discurso de “falta de recursos” serve para conter o salário do servidor, mas não impede aumentos para cargos comissionados e contratos milionários com empresas terceirizadas.
Valorização começa pelo bolso — e o servidor municipal não pode continuar pagando a conta da má gestão.







