O discurso da eficiência esconde a precarização e o desmonte do funcionalismo municipal.
A terceirização tem sido vendida como a salvação da gestão pública — menos custos, mais agilidade, mais resultados. Mas, na prática, o que se vê é o contrário: servidores terceirizados com salários baixos, sem direitos garantidos e sem vínculo real com o município.
Enquanto isso, os efetivos enfrentam desvalorização e sobrecarga. O resultado? A qualidade do serviço cai, a rotatividade aumenta e o atendimento à população piora.
Terceirizar não é modernizar — é abrir mão da responsabilidade pública. O serviço municipal precisa de valorização, não de precarização.







